quarta-feira, 23 de novembro de 2011
A paranóia como política de estado
Ou a história do medo de quem tem telhado de vidro. Para refletir e considerar. Se é o medo que dissemino através de diferentes ações, como posso esperar que retornem reações amistosas? Sendo assim, é preciso, dizem eles, proteger os interesses nacionais, que são os interesses da classe dominante. Se vê que essa construção é frágil e não resiste à análise.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
O poder corrompe
Às vezes tenho a impressão nítida de que as grandes emissoras de televisão do Brasil se consideram não somente as donas da verdade mas donas do poder supremo, donas dos destinos do país. Em meio as campanhas permanentes em prol de sua ideologia consumista-elitista, não escondem seus intentos de dominação total. Contudo, é crescente o número daqueles que resistem ao seu poder e influência, mas o estrago já está feito. Algumas gerações já estão comprometidas na sua capacidade crítica. Se o poder corrompe, o poder absoluto corrompe absolutamente. Dito isso, se estão preocupados (sic) com a corrupção na política, procurem os corruptores - a raiz do problema. Façam a auto-crítica.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
A agonia do Império
Existem muitas hipóteses que tentam explicar a QUEDA do Império Romano em 476 d.C. sendo a mais difundida a invasão dos bárbaros. Mas há outros fatores que explicam a ruína do império, como o expansionismo territorial, a inflação e a regressão cultural. Junte tudo isso à arrogância e teremos um quadro mais completo do que sucedeu naquela época. Qualquer semelhança com o que ocorre atualmente não é mera coincidência, pois a história se repete, ora como farsa, ora como tragédia.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Pray for Japan
A humanidade se aproxima de uma encruzilhada tecnológica: como suprir de energia todo estes países de um modo seguro e sustentável. Enquanto isso não se resolve, assistimos consternados ao desastre no Japão, mas já é hora de agir.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Da sabedoria das palavras
Se tu, enquanto ser humano, vê que o mundo está em chamas, faça com que tuas palavras sejam como água, para debelar o fogo. Agora, nessa mesma condição, se o mundo se mostra frio e indiferente, faça com que tuas palavras incendeiem corações e mentes, para aquecer e afastar o torpor da inércia. Só não podemos acreditar que nossas palavras, proferidas ou não, sejam indiferentes ao mundo.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Quanto maior a pobreza, maior a revolta
Mostre-me um mundo onde a riqueza de uma minoria ínfima só aumenta enquanto a pobreza da maioria infinita só aumenta e teremos um mundo onde a violência será a marca maior - seu principal predicado. A revolta do mundo árabe contra os ditadores subservientes deve deixar os americanos de cabelo em pé e os israelenses também. Seus inimigos estão por todos os lados e só fazem aumentar em número e disposição. Quem sabe não é chegado o tempo de começar a abrir mão de certos imperialismos retrógrados e passar a respeitar a soberania dos outros povos. Chega de sabotagem Hilary.
domingo, 23 de janeiro de 2011
A marcha da insensatez
Quando jovem ouvimos muitos conselhos e, geralmente, seguimos nenhum. Agora, porém, compreendo que alguns deles eram bons conselhos. Se tivesse seguido, certamente seria diferente hoje. Mas a vida não volta no tempo, segue o seu devir. Pois então, é o caso agora de ouvir os avisos da Mãe Natureza. Quem não respeitar as leis da natureza irá sofrer as conseqüências.
É um tanto catastrófico e fatalista, eu sei, mas são os fatos que se impõem. Tudo que acontece em termos de ambiente natural é quase inteiramente responsabilidade dos homens, decorrência lógica do impacto que a espécie vem causando ao longo dos séculos, sobretudo nos últimos anos. Acho muito importante aprender a ler o que ocorre por baixo do nível da mídia, que vem mantendo um padrão muito raso, superficial, em suas descrições simplificadas.
Digam vocês aí o quê pensam!
É um tanto catastrófico e fatalista, eu sei, mas são os fatos que se impõem. Tudo que acontece em termos de ambiente natural é quase inteiramente responsabilidade dos homens, decorrência lógica do impacto que a espécie vem causando ao longo dos séculos, sobretudo nos últimos anos. Acho muito importante aprender a ler o que ocorre por baixo do nível da mídia, que vem mantendo um padrão muito raso, superficial, em suas descrições simplificadas.
Digam vocês aí o quê pensam!
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Para entender a irracionalidade dos mercados
Este é o mote para uma pesquisa de fôlego. Pesquisar até remontar às origens do problema é um obstáculo a qualquer tipo de empreitada acadêmica, mas essa vale por si mesma. Será interessante perceber como a contradição original do Capitalismo (K) vem se transformando ao longo das últimas décadas. A política e a economia voltaram a se misturar, a formar um monolito. Mais interessante será desvelar a própria irracionalidade daquilo que se pretendeu ser racional.
Antes de prosseguir, uma consideração sobre o espaço público da Internet. Não é possível controlar quem acessa os sites, nem o que os internautas fazem com os conteúdos e, sobretudo, muito menos o que podem fazer aqueles que se acham ofendidos. É o problema da publicidade extrema em conflito com o direito à privacidade. Mas o caso, mesmo, é de direitos autorais, da apropriação indevida da propriedade intelectual alheia. É por isso que retirei da web os meus apontamentos sobre direito e filosofia para reservá-los para outra mídia, mais controlável.
Sucedeu o seguinte: fiz diversos desenvolvimentos sobre o modo de produção no K e nunca publiquei nada por considerar que eram incipientes e sem foco. Agora, no entanto, vejo que podem ter aproveitamento e até render alguma coisa mais interessante. O que falta é tempo para colocar tudo em ordem e fazer uma revisão. A idéia é simples, mas original. Quando tudo mais falha, o melhor é se debruçar sobre as experiências bem sucedidas. Trata-se de uma analogia e uma extrapolação. Quando um sistema entra em declínio é próprio de seu funcionamento procurar um novo ponto de equilíbrio, mas sem colocar o sistema em risco. O que me ocorreu, e daí não vou avançar mais, é que agora o K ficou sem ponto de referência interno e somente fora do sistema poderá encontrar o equilíbrio.
A continuação fica para 2011.
Antes de prosseguir, uma consideração sobre o espaço público da Internet. Não é possível controlar quem acessa os sites, nem o que os internautas fazem com os conteúdos e, sobretudo, muito menos o que podem fazer aqueles que se acham ofendidos. É o problema da publicidade extrema em conflito com o direito à privacidade. Mas o caso, mesmo, é de direitos autorais, da apropriação indevida da propriedade intelectual alheia. É por isso que retirei da web os meus apontamentos sobre direito e filosofia para reservá-los para outra mídia, mais controlável.
Sucedeu o seguinte: fiz diversos desenvolvimentos sobre o modo de produção no K e nunca publiquei nada por considerar que eram incipientes e sem foco. Agora, no entanto, vejo que podem ter aproveitamento e até render alguma coisa mais interessante. O que falta é tempo para colocar tudo em ordem e fazer uma revisão. A idéia é simples, mas original. Quando tudo mais falha, o melhor é se debruçar sobre as experiências bem sucedidas. Trata-se de uma analogia e uma extrapolação. Quando um sistema entra em declínio é próprio de seu funcionamento procurar um novo ponto de equilíbrio, mas sem colocar o sistema em risco. O que me ocorreu, e daí não vou avançar mais, é que agora o K ficou sem ponto de referência interno e somente fora do sistema poderá encontrar o equilíbrio.
A continuação fica para 2011.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
O que é serendipity
Serendipity, vem do inglês; é traduzido por serendipismo ou serendipidade. Termo equivalente a descobrimento acidental, ou "atirar no que se vê e acertar no que não se vê". Baseia-se no conto "Os Três Príncipes de Serendip", que saíram pelo mundo em busca de alguma coisa; não descobriram exatamente o que procuravam, mas encontraram muitas outras possivelmente mais úteis do que as que buscavam. O autor afirma que a serendipidade, ou serendipismo, é uma das principais virtudes da pesquisa, e que a mente preparada deve estar alerta para a sua ocorrência. Tal é acepção que Aristóteles concebia ao preconizar que "a sorte ajuda aquele que sabe seu ofício". Mas é preciso estar bem preparado para discernir o que, de fato, tem valor.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
O portfolio de Aristóteles
Na estética de Aristóteles encontra-se uma das melhores fontes de estudo do método. Em sua Poética, o filósofo mostra a importância do 'como fazer' bem feito desde um poema até uma ponte. A poiesis faculta ao Homem ver para dentro do processo e desde aí enunciar sucessivamente o modo como procedeu. Nem sempre, no entanto, resulta bem esta elaboração a posteriori, pois a memória falha em registrar detalhes que podem ser importantes depois para entender o modus operandi. Melhor, penso eu, é ter e seguir um protocolo de operações coordenadas entre si, como subsídios, dados preliminares e todo tipo de suporte prévio à execução de um projeto.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Censura nunca mais
O absurdo continua. Agora querem nos impedir de saber o que se passa nos bastidores do poder. É inaceitável. A democracia exige transparência total e não há como recuar deste princípio. Os EUA precisam aceitar isso, mas como todo império decadente faz questão de ignorar o óbvio: pela força bruta não se conquista o respeito dos outros, e quem teme não se submete, apenas aguarda.
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