quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Meu dilema favorito

Quando pensamos, pensamos junto ou separadamente? O olhar sintético é sinótico, sua estética estaca no zero. Assim não vai dar em nada. Mas havia mais a ser feito. Compromissos antigos esperavam ainda ser saldados. De modo que foi saudável ter sido prudente, de outro modo seguiria enclausurado. Pois era assim que estava: diante da filosofia, encurralado pela economia. Uma vez mais foi a chance, a oportunidade batendo à porta e não havia ninguém em casa para atender. Então, parece que fica tudo junto; as partes reunidas formando um corpus probandi qualquer e os argumentos, todos, dali retirados, extraídos. Deveria mesmo era lembrar de todas as aulas que freqüentei.

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